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31 de março de 2012

Sugestão de leitura: A música na Escola

Professor (a),
Se você quer saber um pouco mais sobre o Ensino de Música na escola sugerimos que acesse ao site: http://www.amusicanaescola.com.br . Nele você encontrará diferentes contribuições teóricas e práticas, como por exemplo:
> Projeto - além de informes, você pode baixar o arquivo do livro: A Música na Escola;
> Abertura - textos explicam como o material foi pensado e sua lógica de apresentação. Um Panorama do ensino musical: histórico do ensino de música no Brasil, aspectos políticos e legais, além de um levantamento junto às Secretarias de Ensino sobre a lei e seus desdobramentos em cada Estado;
>Blocos (04) artigos inéditos e exclusivos de músicos, pensadores, criadores e educadores. Trechos das gravações das rodas de conversa, nas quais os colaboradores foram convidados a refletir sobre temas diversos, relacionados ao ensino musical.
>Práticas - sugestões de aulas práticas nas quais a musicalidade de cada aluno é estimulada através de vivências e exercícios interativos. Contemplam diferentes faixas etárias (infantil, ensino fundamental 1 e 2 e ensino médio). Pretendem mostrar como as atividades podem ser variadas, criativas e eficientes.

ACESSO EM: 31/03/2012.


10 de dezembro de 2011

Informes sobre o "I Ciclo de Relatos Arte na Escola" / Pólo UFES

Apesar da presença de poucos arte-educadores, o "I Ciclo de Relatos" foi realizado no dia 6 de dezembro, no Auditório do IC IV - do Centro Pedagógico da UFES.


Os relatos apresentados pelos professores que tiveram seus projetos classificados para a etapa final do XII Prêmio Arte na Escola Cidadã foram de excelência em Ensino de Arte dentro de uma abordagem contemporânea e envolveram as mídias tecnológicas  e integração com outras áreas de conhecimento.

O professor Kamock, relatou sobre o projeto: "Um minuto: Curta essa ideia", desenvolvido na EEEFM Santo Antônio, em São Mateus junto a alunos dos 2º anos do Ensino Médio trabalhando a questão da preservação e conservação do espaço escolar com curtas de um minuto.

Professor Kamock Antonio Melo Silva, de São Mateus
A professora Magna, apresentou o relato do projeto: "Intervenções Urbanas no espaço Escolar", desenvolvido junto a alunos da CMEI Darcy Castello Mendonça, localizada em Santo Antonio/Vitória.  O projeto foi uma ação interdisciplinar com os professores de Música, Educação Física, entre outros e pelas fotos apresentadas durante sua explanação do projeto percebe-se que movimentaram muito a criançada, família e outros professores. Parabéns a equipe por levar as linguagens artísticas (artes visuais e musicais) em integração com outras áreas para crianças tão pequenas.

Professora Magna Silva Rosa

O professor Thiago, apresentou o Projeto "Brincando de Animação", ganhador do XII Prêmio Arte na Escola Cidadã - categoria EF I - desenvolvido no ano de 2009 na Escola Municipal de Ensino Fundamental Feu Rosa/SERRA, nas 2ª, 3ª e 4ª séries do Ensino Fundamental, durante as aulas de Arte.
Professor Thiago Zanotti Pancieri

Devido a compromissos assumidos junto às Instituições as quais trabalham, os demais professores classificados na etapa final do XII Prêmio Arte na Escola não puderam marcar presença.

Fica aqui nossos agradecimentos a todos que participaram direta ou indiretamente desse momento.

28 de novembro de 2011

CICLO DE RELATOS DO PÓLO ARTE NA ESCOLA

DIA: 6/12/2011
HORA: 18h30min.
LOCAL: Auditório do IC IV (Centro Pedagógico) UFES

Convidados especiais: Professores classificados para a fase nacional e os vencedores do XII Prêmio Arte na Escola Cidadã:
  • Kamock Antonio Melo Silva
  • Lismar Faria Leal Avance
  • Luzimar Breda da Silva
  • Magna Silva Rosa
  • Peterson de Castro Cardoso - vencedor categoria EF II
  • Polibia de Oliveira Brambati
  • Thiago Zanotti Pancieri – vencedor categoria EF I
Contamos com sua presença para prestigiarmos os colegas Arte-educadores e finalizarmos as ações de 2011.

22 de outubro de 2011

ENCONTRO DO GRUPO DE ESTUDOS DO PÓLO ARTE NA ESCOLA

O GEPAE - GRUPO DE ESTUDOS DO PÓLO ARTE NA ESCOLA/UFES REALIZARÁ UM ENCONTRO NO DIA 29 DE OUTUBRO COM PROGRAMAÇÃO DE INTENSA VISITAÇÃO ÀS EXPOSIÇÕES QUE ESTÃO ACONTECENDO NA REGIÃO DA GRANDE VITÓRIA.

SE VOCÊ TAMBEM É ARTE-EDUCADOR OU GOSTA DE APRECIAR ARTE, PEGUE SUA AGENDA E RESERVE UMA DATA PARA APRECIAR AS OBRAS ARTÍSTICAS DO MODERNISTA MODIGLIANI, NO PALÁCIO ANCHIETA E DA ARTE CONTEMPORÂNEA: OS GÊMEOS, NO MUSEU VALE.


NOSSA PROGRAMAÇÃO:
29 DE OUTUBRO:
  • 9 horas - REUNIÃO NO CAFÉ DO MUSEU VALE
  • 10 horas - VISITA MONITORADA À EXPOSIÇÃO FERMATA/ OS GEMEOS, NO MUSEU VALE
  • 14 horas - VISITA MONITORADA À EXPOSIÇÃO MODIGLIANI: IMAGENS DE UMA VIDA, NO PALÁCIO ANCHIETA
  • 15h20min. - VISITA AO PALÁCIO ANCHIETA

FIQUE POR DENTRO:

Workshop FERMATA/ OS GEMEOS

Inscrições abertas para professores e arte-educadores das escolas de ensino fundamental e médio da Grande Vitória (25 vagas por turma).
Dia 10/11 (5ª-feira)
Turma 1: 8h30 às 11h30
Turma 2: 14h às 17h
Arte-educadora convidada: Vânia Leal (Pará).
Inscrições a partir de terça-feira, somente pelo telefone 27 3333-2484, com Claudia ou Regiane.
Fonte: http://www.museuvale.com/imprensa.php

27 de agosto de 2011

VISITA À EXPOSIÇÃO MESTRES ESPANHÓIS

Professores de Arte e Graduandos em Licenciatura de Artes Visuais visitaram a Exposição Mestres Espanhóis neste dia 27 de agosto, sábado.
A ação foi agendada e divulgda pelo GEPAE - Grupo de Estudos do Pólo Arte na Escola e contou com a participação de tinta e cinco (35) participantes.
O GEPAE recebeu um gupo de quinze (15) professores e Graduandos de Artes Visuais à Distância (NE@AD/UFES) do Pólo de Santa Teresa.


Quem ainda não visitou a Exposição Mestres Espanhóis precisa reservar um tempo na agenda para apreciar a exposição.

17 de julho de 2011

Arte-Educação além dos muros da escola

Há alguns anos atrás era comum ouvirmos de professores de arte sobre a falta de exposições artísticas, espetáculos de teatro e dança, apresentações musicais, mostras de cinema, entre outras manifestações nos espaços artísticos capixabas para os quais pudessem levar os alunos da educação básica e/ou do ensino superior para o contato e apreciação, saindo assim da sala de aula ou mesmo dos muros da escola.
Entretanto, percebe-se que nos dias atuais isso tem melhorado consideravelmente, pois o Espírito Santo tem sido contemplado com exposições de âmbito local, nacional e internacional, o que contribui em muito para o trabalho dos arte-educadores (professores de arte) em sua prática pedagógica.
Sem contar que as instituições (Museus, Galerias, Governo do Estado ou Municípios) que as promovem, também realizam palestras e mesas redondas com os artistas, curadores, críticos, entre outros, workshop, visitas guiadas, rodas de conversas com educadores, entre outras ações.
Acesse as postagens anteriores desse blog e observe quanta coisa que aconteceu nos últimos dois anos, tanto nos espaços artísticos, quanto no Grupo de Estudos do Pólo Arte na Escola/UFES (GEPAE).

Percebe-se que alguns educadores não participam desses momentos, alegando que não podem por falta de tempo, distância (para os professores do interior), liberação da escola, ou mesmo  de acesso à divulgação de tais propostas antecipadamente.

Considerando tais fatos, é que mantemos esse blog, a fim de contribuir com a (in) formação do arte-educador, pois precisamos ficar antenados com os acontece nas diferentes manifestações artísticas, formar opiniões e escolhas. Não basta ficarmos limitados aos conteúdos aprendidos no decorrer de nossa formação. É preciso ampliar os embasamentos teóricos, tanto da história da arte quanto da metodologia de ensino da arte. É preciso experimentá-las, vivenciá-las, discutí-las antes de aplicá-las.
E você?
Em que situação se encontra?
Quantas exposições ja visitou esse ano?
Quantos livros ou artigos leu sobre arte ou arte-educação?
Participou de algum encontro cujo foco foi a reflexão sobre o ensino de arte? E olha que esse ano tivemos muitos momentos. Você foi a algum desses espaços?

Mas, ainda há tempo! Veja quanta coisa acontecerá nos próximos dias e organize sua agenda.

Participe! Divulgue também para outros arte-educadores!

TEATRO E DANÇA
Será uma programação recheada de apresentações de Teatro e Dança em diversos pontos da cidade: Teatro José Carlos de Oliveira, Centro Cultural Carmélia M. de Souza, Theatro Carlos Gomes, Praça Costa Pereira e vias nos arredores, Campus Universidade de Vila Velha (UVV)


Ao acessar a página do SESC/ES, aproveite para ficar por dentro das atividades desenvolvidas pelo Setor de Cultura - http://www.sesc-es.com.br/main.asp?link=evento&id=129#[AbreEmDIV]indepAJAX.asp?id=359, lá maiores informações sobre o Palco Giratório, Sonora Brasil, Café Literário, SESC Dramaturgia em Cena, ArtSESC, Escola vai ao Cinema, entre outras.


EXPOSIÇÕES


  • EXPOSIÇÃO DE AQUARELAS "MULHER"
Acontece no espaço de Artes da Aliança Francesa de Vitória, até o dia 10/08/11, a exposição de Aquarelas “Mulher”, de Márcia Zanandrea. A exposição retrata a conquista de seu espaço e cada vez mais ocupa lugares de destaque na sociedade contemporânea. O mundo é delas. E, com elas, é mais bonito, mais sensível e mais alegre. Segunda a sexta-feira, de 09h às 20h, sábados, de 09h às 12h. Prestigie!

  • Exposição Itinerante do Programa Cultura SESC: "PALAVRAS COMPARTILHADAS", de Rosana Ricalde, de 02 de agosto a 15 de setembro, na Escola de Ciência Física, no Parque Moscoso.

  • Exposição "Mestres Espanhóis" de 02 de agosto a 02 de outubro, no Palácio Anchieta obras originais de quatro renomados artistas espanhóis: Pablo Picasso, Salvador Dalí, Francisco Goya e Joan Miró. A exposição é inédita no país e Vitória será a primeira cidade a recebê-la.  

O Secretário de Cultura adiantou que haverá um cronograma para as visitas das escolas da rede pública. "A ideia é que todas as escolas de Ensino Fundamental e Médio da Grande Vitória possam comparecer", disse.
No dia 01 de agosto a organização da mostra vai dar um teinamento gratuito para cerca de 200 professores e monitores sobre as obras expostas, para que eles possam transmitir as informações aos alunos antes e durante às visitas.
SERVIÇO

"Mestres Espanhóis"
Data: 02 de agosto a 02 de outubro
Horário: De terça a sexta-feira: de 10 às 18 horas
Sábado e domingo: de 12 às 18 horas
Local: Salão Afonso Brás, no Palácio Anchieta
Entrada Gratuita

(Acesso em: 17/07/2011. Disponível em: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/07/divirta_se/noticias/artes_visuais/901634-vitoria-recebera-exposicao-mestres-espanhois-com-obras-de-picasso-e-dali.html



O Museu Vale convida para a ação educativa
                                                                “Guarda histórias”
Inscrições pelo telefone (3333-2484), com a Regiane. *Só participarão os inscritos antecipadamente.
Data de início: 02 de agosto a 30 de setembro, de terça a sexta;
Público alvo: Alunos a partir de 07 anos;
Quantos alunos: mínimo de 15 e máximo de 35;
Quais escolas poderão participar: Terão prioridade as Escolas Públicas de Cariacica, Viana, Vila Velha, Vitória e Serra;
Quantas turmas por escola: Apenas um grupo por escola;
O Museu enviará ônibus para o transporte dos alunos? Sim
Horários das oficinas: manhã (8:30 às 11:00) e tarde: (14:00 às 16:00)

Guarda Histórias – O que é?

Uma ação educativa que tem como objetivo principal oportunizar aos visitantes (escolares) do Museu Vale a reconstrução de conceitos acerca da prática da memória histórica em nossa comunidade, e construir o pensamento reflexivo sobre o passado e o presente, por meio de suas próprias histórias.

Desta forma, os participantes poderão perceber que a história não é uma narrativa fria acerca de algumas pessoas importantes e fatos políticos e econômicos, mas um conjunto de narrativas articuladas que podem ser compreendidas a partir de sua riqueza e de sua diversidade.

Nós construímos a história, e ao mesmo tempo fazemos parte dela no presente. Na monitoria vamos enfatizar alguns objetos contextualizando-os nas práticas da vida social e nas práticas culturais coletivas.

Estratégias Pedagógicas

1 - O nosso foco de discussão terá três perguntas fundamentais para o desenvolvimento do trabalho: O que é um museu? O que é história? O que é memória? A primeira pergunta será feita antes de iniciar o circuito. Vamos reter as respostas para depois voltarmos a conversar sobre o assunto com o grupo. Propor ao grupo olhar o Museu Vale como um todo e relatar que este espaço era uma estação ferroviária muito antiga, que foi restaurada e transformada em museu.

2 - Na sala de objetos pessoais encontramos um baú, cuja foto estará estampada na capa do "Álbum Interativo", elemento principal usado no Workshop, onde poderão ser levantadas questões como: "De quem era esse baú/ mala? Que função ele tinha em uma viagem? O que levaríamos para viajar? O que em sua mala não pode faltar? Que objetos pessoais que você possui que considera imprescindível em uma viagem?"

Ainda nesta sala...

"Os relógios que marcam o tempo... Alguém já tinha visto um relógio como este? Quantos anos devem ter este relógio?"

"O banco usado para esperar o trem... Onde ficava este banco? Como eram os trajes das pessoas que usavam estes bancos? Hoje existem bancos como estes? Onde estão os bancos na cidade?"

3 - O último espaço a ser visitado será a locomotiva; lá vamos simular uma viagem, onde iremos definir com o grupo o lugar de destino, a bagagem necessária, quantos dias ficaremos em “outro lugar”. Como será este lugar para onde vamos? Como vivem as pessoas lá? Será que neste lugar existe algum museu? Se existe que tipo de museu seria esse? Com este diálogo retomaremos a definição de museu, história e memória.

4 - No ateliê cada participante receberá um “Álbum Interativo” para ser reconstruído, usando desenhos, palavras, textos, memórias e histórias de vida. Este material poderá ser levado pelos participantes.

(Convite encaminhado por Ruth Guedes - Arte-Eucadora do Museu Vale)
Museu Vale
Pátio da Antiga Estação Pedro Nolasco, S/N.º - Argolas - Vila Velha - ES
Cep.: 29 114 920
T. 55 (27) 3333 2484

MÚSICA


FESTAS POPULARES

LANÇAMENTOS DE LIVROS
(Colaboração da Arte-educadora Maria Angelica Vago)

CASO VOCÊ TENHA ALGUMA INFORMAÇÃO A PARTILHAR ALÉM DESSAS, ENVIE-NOS, POIS TEREMOS O MAIOR PRAZER EM DIVULGÁ-LAS AOS DEMAIS ARTE-EDUCADORES.


9 de julho de 2011

GEPAE - Grupo de Estudos Pólo Arte na Escola/UFES

O encontro realizado em 9 de julho de 2011 dividiu-se em dois momentos:
  • Pela manhã na UFES, no Centro Pedagógico com a Oficina Do Material ao Intangível: olhares sobre as festas populares coordenado por Clair Junior.




  •  À tarde o grupo se encontrou no MAES - Museu de Arte do Espírito Santo para Encontro de Arte-Educação na EXPOSIÇÃO: Sobre Vitória: Usina Arte Contemporânea - 25 anos depois - Coordenadora: Elisa Pegoretti.


26 de março de 2011

FIQUE POR DENTRO!




Os arte-educadores integrantes do GEPAE - Grupo de Estudos do Pólo Arte na Escola/UFES se reuniram hoje, dia 26 de março, de 8h30min às 12h, no Centro Pedagógico do Centro Universitário para retomar as ações de Formação Continuada com a apresentação e validação do Plano de Ação 2011.
O encontro aconteceu em três momentos: apresentação, lanche partilhado e definições de temáticas.
As ações apresentadas inicialmente foram bem acolhidas pelo grupo, que contribuiu com indicações de temáticas, aspectos organizacionais e estruturantes, conforme apresentamos abaixo:
  • Encontros com Professores "ENTRE TEORIA E PRÁTICA" - a serem realizados mensalmente, na UFES no último sábado de cada mês, com palestras e oficinas envolvendo temáticas como Música na sala de aula, O Teatro na Sala de Aula, A Educação de Patrimônio e o Grafite;
  • Grupos de Estudos - para esse ano estão propostos cinco grupos: Cariacica, Venda Nova, São Mateus, Vila Velha e Vitória/Serra. As temáticas serão definidas conforme a realidade de cada grupo;
  • Visitas a Esaços Artísticos e Culturais: Visitas às Exposições no Museu de Arte do Espirito Santo (MAES), Museu Vale, Galeria da UFES, Galeria Homero Massena (realizadas conforme calendários anual) e viagem ao Museu de Arte Contemporânea de Inhotim, BH/MG (prevista para final de julho);
  • IX Seminário Capixaba sobre o Ensino da Arte - IV Encontro do Pólo Arte na Escola - I Encontro de Licenciatura em Artes Visuais (EAD) - de 7 a 10 de junho de 2011 - no Teatro da UFES www.seminariocapixabadearte.com.br é um espaço para os professores de arte se inscreverem e inscreverem comunicações e relatos de experiência para apresentação e publicação.
  • 20º CONFAEB - será realizado em São Luis/Maranhão no final de novembro - professores interessados já podem começar a economizar para participar com seus trabalhos e pesquisas;
  • Mostra de Vídeo - divulgação da DVDteca do Pólo Arte na Escola/UFES (brevemente postaremos maiores detalhes);
  • Prêmio Arte na Escola Cidadã - proposição para que os professores se habituem em registrar suas práticas pedagógicas com todo o processo de desenvolvimento por meio de texto, relatos, fotos, filmagens, entre outros para inscreverem os mesmos no prêmio nacional promovido pelo Instituto Arte na Escola;

Além das ações acima também foi apresentado o site www.artenaescola.org.br motivando os professores ao acesso e utilização do Portal Arte nos espaços Sala de Aula, Midiateca, Fórum, Boletim, entre outros. No Portal Arte o professor tem acesso a materiais pedagógicos, relatos, boletim, discussões sobre questões específicas do ensino de arte, site de pesquisa, espaço de planejamento, etc.

Assim que os dias dos encontros dos grupos de estudos e/ou visitas as exposições forem agendadas postaremos as datas nesse blog e informaremos por e-mail aos nossos contatos.

Caso você também tenha interesse em receber informações sobre as ações acima propostas e ainda não integre a listagem de contatos desse grupo envie um e-mail para gepae2009@gmail.com .

Contribua conosco deixando seu comentário nessa postagem.

Saudações Estéticas!

1 de março de 2011

E A CAMINHADA CONTINUA...

Segundo a professora Rosa Iavelberg (2003) todo professor deve conquistar autonomia progressivamente a fim de sentir-se capaz de buscar o aprimoramento de seus conhecimentos e pesquisar por si mesmo e com seus pares.
E nós, do GEPAE (Grupo de Estudos Arte na Escola) temos buscado ampliar nossos olhares, saberes e fazeres junto a pares que partilham e compartilham da mesma paixão: ENSINAR ARTE.


O que propomos?

  • Palestras com temáticas específicas sobre Ensino de Arte;
  • Visitas guiadas em diversas exposições;
  • Participação em workshop e oficinas;
  • Viagens Culturais;
  • Estudo de diferentes temáticas e linguagens artísticas;
  • Participação em Seminários e Congressos;
  • Entre outras ações...

O que realizamos nos dois últimos anos foi muito bom, mas, para ficar melhor falta VOCÊ!

DIA: 26 DE MARÇO DE 2011

HORÁRIO: 8h30min

LOCAL: PÓLO ARTE NA ESCOLA / UFES

11 de outubro de 2010

GEPAE ESTARÁ PRESENTE NOS DIAS 15 E 16

29ª BIENAL: PROGRAMAÇÃO ESPECIAL DO EDUCATIVO / SEMANA DOS PROFESSORES

09/out – sábado

14h – Mesa 1: Moacir Gadotti/Teatro do Oprimido; 16h - Marilena Chauí; 17h – Mesa 2: Pontos de contato: Ubiratan D’Ambrosio/ Sr. Hermes

10/out – domingo

17h – Mesa 3: Tornar-se o que se é: Bruno Dunley, Laura Gorski, Tiago Santinho, Luis Felipe Lucena

13/out - quarta-feira

13h – Mesa 4: Ana Letícia Fialho, Graziela Kunsch, Martin Grossmann e Gilberto Mariotti
15h – Mesa 5: Onde está você escola ?Kátia Castilho – (SP), Fernando Azevedo - (PE), Jociele Lampert - (SC), Fabio Rodrigues - (CE).
Mediação de Ana Mae Barbosa, Rejane Coutinho e José Minerini Neto; 17h – Mesa 6: Helmut Batista/ Capacete

14/out - quinta-feira

15h – Mesa 7: O que se aprende numa exposição de arte? Rosa Iavelberg;
17h – Mesa 8: A Formação do artista - Cayo Honorato, Rubens Espírito Santo

15/out - sexta-feira

15h – Mesa 9: Além dos muros da escola - Irene Tourinho (GO), Leda Guimarães (GO), Fernanda Cunha (GO) e Lilian Amaral (SP).
Mediação de Ana Mae Barbosa, Rejane Coutinho e José Minerini Neto;
17h – Mesa 10: Materiais educativos de arte contemporânea: processos e desdobramentos - Anny Lima , Valquíria Prates, Renata Bittencourt e Stela Barbieri;

19h– Mesa 11: Quem ensina, quem aprende? Luiza Helena da Silva Cristhov (UNESP), Ana Angélica Albano (UNICAMP)

16/out – sábado

14h – Mesa 12: Histórico dos educativos das Bienais - Coordenação Christina Rizzi;
16h - Mesa 13: Marilena Chauí;
17h30 – Mesa 14: Criatividade social, ação coletiva e práticas artísticas - Ramón Paramón



Todas as mesas acontecerão no terreiro EU SOU A RUA

22 de setembro de 2010

BOLETIM ARTE NA ESCOLA N°59

COLEGAS ARTE-EDUCADORES,

Acesse ao site http://www.artenaescola.org.br e leia o boletim Arte na Escola n° 59.
Esta edição está dedicada ao Ensino do Teatro, sobre como anda essa prática na realidade da escola brasileira. Tem também como preparar seus alunos para uma visita ao teatro. A avaliação em Arte e muito mais.
Ainda, você pode acessar ao número anterior que trouxe como matéria central a discussão sobre Dança, uma responsabilidade da Ed. Física ou da Arte?

CONFIRA!

PARA SABER MAIS:

As linguagens artísticas e suas possibilidades de leituras - Teatro

Profª Dra. Vera Rocha
Doutora em Educação/Ensino de Arte
Pesquisadora Permanente da Pós- Graduação em Artes Cênicas e
Professora Visitante do Departamento de Artes Cênicas da UFRN



Discutir e refletir a prática do ensino de arte no que diz respeito às ações pedagógicas do professor, acreditamos ser uma medida louvável e que demanda uma atitude de constância, uma vez que o preparo do professor para o ensino da mesma vem sofrendo, ao longo da história da educação, uma série de preconceitos e equívocos.
O que mais se ressalta nas propostas contemporâneas, de ensino de arte, é a necessidade da alfabetização estética e artística dos indivíduos, pois só desta forma o Homem (ser social e cultural) terá condições de situar-se no mundo, interagir com ele em todas as suas várias dimensões tornado-se um criador de cultura.
Se nossa abordagem diz respeito às linguagens artísticas e suas possibilidades de leituras, importante se faz situarmos nosso entendimento sobre arte e sobre o ato de ler.
Nosso entendimento de arte é o que a define como conhecimento construído pela humanidade, sistema de signos usados pelo ser humano para comunicar, revelar, denunciar, expressar, propor; ou seja,como formas de perceber, ver e interagir com o mundo.
Como construção cultural a arte marca e é marcada pelo contexto sócio-econômico, pelo tempo histórico no qual é produzida e como toda produção humana, ela está sempre em processo de transformação. Se buscarmos clareza dos elementos que são estruturadores da arte como linguagem, como sistema sígnico, ou seja , como construção cultural, teremos condições de formular propostas mais adequadas ao seu ensino, de modo que os indivíduos se apropriem das linguagens artísticas numa perspectiva ampla, histórica e, portanto transformadora. Possibilitando desta forma uma leitura de mundo mais completa, num amplo espectro de seus vários dizeres.
Ao abordarmos a questão da leitura não podemos desconsiderar os múltiplos olhares, múltiplos interesses que cabem a mesma, uma vez, que o que vai determinar o tipo de leitura dependerá de onde este leitor estiver situado na sociedade, levando em consideração os aspectos sociais, econômicos, políticos e culturais, nos quais o mesmo se insere. e se relaciona
Consideramos ler como “inteirar-se do mundo e de si próprio como um processo de compreensão, de expressões formais e simbólicas, não importando por meio de que linguagem” (Martins,1994, p.30). Ou seja, nas várias linguagens. Ao consideramos o aspecto do ler/escrever, como código arbitrário “criado como instrumento de comunicação, registro das relações humanas, das ações e aspirações dos homens […]”.(Martins 1994, p.18); necessário se faz ter conhecimento do significado da representação dos códigos referentes a cada linguagem. Ser introduzido, ter acesso ao mesmo.
O ato de ler implica nas disponibilidades que o sujeito possui naquele momento, disponibilidades referentes a sua estrutura mental e orgânica que dizem respeito ao processo de aquisição para dados conhecimentos; bem como na relação que o leitor estabelece entre o texto lido com os conhecimentos já possuídos por ele, sobre a abordagem de dado discurso; bem como suas inferências, associações.
Todo discurso insere-se em um dado tempo e espaço e revela-se além da simples decifração de seus códigos. De esta forma ler vincula-se a capacidade de compreender, de dar sentido ao que é lido.Sendo assim, nós só podemos compreender, dar sentido, o que para nós é significativo.
Ao abordarmos o teatro e suas possíveis leituras, primeiramente teríamos de identificar a que significado de teatro estamos nos referindo; estamos nos referindo ao prédio onde se realizam espetáculos teatrais? A profissão de ator? Ex. fulano faz teatro. A um conjunto de textos dramáticos? Empresa de espetáculos? Ex: Teatro Novo Mundo – Cia. de Entretenimento. Através do próprio termo Teatro, já podemos perceber a multiplicidade de significados que este possui, dependendo do contexto em que foi produzido.
Em nosso caso específico abordaremos a escrita cênica teatral - o espetáculo de teatro; teatro enquanto linguagem artística, enquanto processo comunicativo – a representação teatral. Neste sentido o processo de acesso ao seu entendimento implicará no acesso ao conhecimento da constituição básica desta linguagem.
Na representação teatral tudo é signo; o texto do autor, a iluminação, a cenografia, o desempenho do ator, etc…; tudo é convenção. Que ao longo do tempo e de sua prática se estabelece passando a identificar a identificar épocas, países e escolas, conforme abordagem de Girard, Oulet e Rigault (1980, p.27).Só o ator não é signo, o ator no caso é ele próprio.
A linguagem teatral utiliza-se de várias outras linguagens: da gestual, da música, da iluminação, etc; porém ao fazer uso de outras linguagens , de outras artes, não significa que o faz num ajuntamento ou superposição aleatória das mesmas. Estas diversas linguagens são ordenadas e relacionadas de forma específica, ou seja, dentro de padrões básicos referenciais da linguagem teatral, que ao nos depararmos diante de dada manifestação estética seremos capazes de identifica-la como teatral.
A organização destas linguagens distintas, numa mesma perspectiva e dentro dos princípios do fazer teatral é que constituirá o seu discurso. E a que referencial básico nos referimos? Neste sentido farei uso da referência feita por Fernando Peixoto (1980, p. 09), ao situar a representação teatral:
“Um espaço, um homem que ocupa este espaço, outro homem que observa. Entre ambos, a consci6encia de uma cumplicidade, que os instantes seguintes poderão até atenuar, fazer esquecer, talvez acentuar: o primeiro, sozinho ou acompanhado, mostra um personagem numa determinada situação, através de palavras ou gestos, talvez através da imobilidade e do silêncio, enquanto o segundo, sozinho ou acompanhado sabe que tem diante de si uma representação[…], previamente ensaiada ou improvisada […] de acontecimentos que reconstituem imagens da fantasia ou da realidade.”.
A relação estabelecida por esta tríade é marcada pelas influências sócio-políticas econômicas e culturais, ao longo da história; neste sentido podemos dizer da impossibilidade de uma única definição de teatro poder dar conta dos vários teatros existentes, que foram se estabelecendo ao longo dos processos histórico-culturais no mundo.Vamos ter o teatro que se estruturou sobre a primazia do texto; sobre a primazia do ator; do improviso; do diretor; e etc. Vamos ter o teatro que hora relega o papel do autor; hora relega o papel do ator ou da platéia. Também vamos verificar a constituição dos vários gêneros teatrais e a variação de sua função social.
Ao situarmos nosso referencial sobre arte, sobre leitura e sobre teatro, o fizemos no sentido de subsidiar as possíveis leituras que poderão advir a partir da relação estabelecida a partir deste entendimento; proposta pelo professor aos seus alunos, objetivando o acesso dos mesmos a linguagem teatral, aos elementos básicos que constituem esta linguagem.
Neste intuito consideramos de fundamental importância o professor ter clareza do objetivo do trabalho a ser desenvolvido com os alunos; considerar o entendimento que o aluno já possui sobre esta linguagem; e o nível de desenvolvimento cognitivo do mesmo. Consideradas estas questões iniciais, então o conhecimento dos códigos teatrais poderão ser ampliados, a leitura teatral poderá ser enriquecida através da introdução de outras leituras; da relação que se pode estabelecer entre os vários elementos que constituem a linguagem teatral numa dada encenação, numa dada época; ou a sua variação em relação a um contexto histórico específico; a um gênero; a um estilo ou a um tema.
Sendo a leitura das linguagens artísticas a produção de sentido através da apreensão das significações desta linguagem num dado tempo e espaço, através da inte-relação da mesma, feita pelo leitor, com seu tempo e espaço (seu contexto histórico –social) através de suas emoções, sensações e dos conhecimentos dos seus códigos. Neste sentido permitindo sua decodificação ter múltiplas interpretações. Neste sentido permitindo ao aluno seu acesso a cultura, contribuindo para que ele seja um criador de cultura.

REFERÊNCIAS
GIRARD,Gilles; OULELLET Real e RIGAULT Claude. 1980.O Universo do teatro – Coimbra: Almedina
MARTINS, Maria Helena. 1994. O que é leitura. – São Paulo: Brasiliense.
MARTINS, Miriam; PICOSQUE Gisa e GUERRA, Terezinha. 1998. Didática do ensino de arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. – São Paulo: FTD,
PILAR, Analice Dutra ( Org.) 1999. A Educação do olhar no ensino das artes. Porto Alegre: Ed. Mediação.
PEIXOTO, Fernando.1980. O que é teatro – são Paulo.Brasiliense.
J. GUINSBURG; COELHO, Teixeira;CARDOSO.Reni.1978. Semiologia do teatro (coletânea). – São Paulo: Perspectiva

12 de setembro de 2010

FORMAÇÃO CONTINUADA - Dialogando com as Diferentes Linguagens Artísticas

Ontem, dia 11 de setembro realizamos na Sala 04 do IC IV do Centro Pedagógico, na UFES mais um encontro da Formação Continuada: Dialogando com as Diferentes Linguagens Artísticas. A temática deste encontro foi sobre as Artes Cênicas e Musicais na Educação e tivemos como contribuidores para a reflexão os professores Fábio Melo que relatou sobre sua experiência com Artes Cênicas como proposta metodológica educacional e do Professor Mestrando Ademir Adeodato que contribuiu com informações específicas da música, das discussão sobre a obrigatoriedade da Música na Educação e de uma atividade prática com o grupo participante do encontro.
AGUARDE! Brevemente acrescentaremos nessa postagem os textos com as apresentações elaboradas pelos professores convidados.

19 de agosto de 2010

AGENDA DE SETEMBRO - FORMAÇÃO CONTINUADA

RESERVE EM SUA AGENDA UMA MANHÃ DE SETEMBRO PARA UM ENCONTRO MUITO LEGAL:
  • DIA 11 DE SETEMBRO (Sábado),
  • HORÁRIO DE 8h às 12h
  • LOCAL: Sala 4 do IC IV / UFES
  • Mesa-Redonda: Arte Musical e Cênica na Sala de Aula – Prof. Ademir Adeodato e Prof. Fábio Mota Salvador

31 de julho de 2010

NOTÍCIAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA:

Estamos felizes com o número de colegas Arte-Educadores que vem participando da programação de Formação Continuada.
Hoje 31 de julho vivenciamos dois momentos importantes para uma Formação Continuada em Arte-Educação, com visitas às duas exposições no Centro de Vitória.





De 11h às 13h visitamos a Exposição Einstein, no Palácio Anchieta e apreciamos os painéis com informes históricos e científicos sobre Einstein, a projeção do filme 3D e as obras artísticas que integram a exposição.

Paramos para o almoço e depois seguimos para o MAES, onde de 14h às 17h participamos do ENCONTRO DE ARTE-EDUCAÇÃO NO MAES – Exposições “Beatriz Milhazes:Gravuras” e “Dionísio Del Santo: Serigrafias”, sob a orientação da Professora Mestra Priscila Chisté.



Chamamos a atenção dos professores participantes da Formação Continuada que no próximo dia 07 de agosto nosso roteiro sofreu uma alteração: pela manhã, das 8 às 12 horas assistiremos no Auditório do Palácio Anchieta/ Centro de Vitória, a palestra com a professora doutora Maria Ciavatta (Saiba mais: http://www.uff.br/neddate/maria_ciavatta.htm )

À tarde, às 14 horas nossa programação permanece com a visita à Exposição Amazônia e Arte, no Museu Vale, em Vila Velha.
"Achei o encontro interessante e importante para nós arte-educadores. Sem dúvida, precisamos muito desses momentos". Andréa Guiote D. Rangel

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